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Polícia Da Igreja à prisão

Falso diácono denunciado pela Arquidiocese de Brasília e que aplicou golpes na cidade de Patos é preso por estelionato no Paraná

Marcos Antônio aplicou golpes no comércio de Patos em fevereiro de 2024.

05/07/2024 às 05h18
Por: Vitinho Galdino Fonte: Patos online
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Foto- Reprodução
Foto- Reprodução

Marcos Antônio Oliveira Batista, denunciado pela Arquidiocese de Brasília na quarta-feira (3/7) por se passar por diácono da Igreja Católica, foi preso na cidade de Paranacity, no Paraná. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) confirmou a informação ao Metrópoles. A detenção, ocorrida na segunda-feira (1º/7), foi por crimes de estelionato e não está diretamente relacionada à tentativa de se passar por diácono no Distrito Federal.

A Arquidiocese de Brasília expôs Marcos Antônio após ele produzir uma ata de ordenação diaconal falsa. A Igreja atestou que o documento, que supostamente registrava sua ordenação em 2 de dezembro de 2020 na Catedral de Brasília, era falso. Em uma postagem no Instagram, a Arquidiocese compartilhou uma imagem do documento adulterado, afirmando que "nem Dom Paulo Cezar Costa [arcebispo de Brasília] ou outra autoridade eclesiástica supostamente envolvida têm conhecimento de qualquer oficialidade para realização desse Sacramento da Ordem."

A instituição também declarou que desconhece Marcos Antônio e está tomando as medidas necessárias para corrigir as informações falsas e preservar a integridade da comunidade.

Falsa ata de nomeação do acusado

Além disso, Marcos Antônio aplicou golpes no comércio de Patos em fevereiro de 2024. Ele se hospedou no Hotel Melquiades sem pagar pelas despesas e fez compras no valor de mais de R$ 700,00 na loja Skyler, no centro de Patos, sem quitar a dívida. A proprietária da loja registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil.

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O jornalista e radialista Jozivan Antero, que expôs o caso do falso padre, relatou ter sofrido ameaças desde então e decidiu registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil.

A defesa de Marcos Antônio Oliveira Batista não foi localizada pela reportagem, mas o espaço segue aberto para eventuais manifestações.

PatosOnline 

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